Sábado, 19 Outubro 2019

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do virtual ao real - Conto Erótico Gay

Numa noite, sem nada de interessante para fazer decidir ir ate um chat na net a fim de tentar fazer novas amizades. E ja estava a desanimar, pois todos se pareciam interessar mais em sexo do que em amizade, e ja estava prestes a desistir quando finalmente encaro com alguem que parecia procurar o mesmo. As suas perguntas em nada se referiam a aspecto físico ou de cariz sexual, apenas aquelas perguntas de tentar conhecer os interesses do outro. E a conversa foi durando, e dai nasceu uma amizade virtual. Passados alguns dias de conversa, decidimos trocar email e ate numero de telemovel.

Tinha 20 anos e parecia ser um rapaz bem ajuizado e muito simpatico. Com o tempo chegamos ate a trocar fotos e videochamada, ate nos adicionamos como amigos em sites de redes sociais. Para minha surpresa ele era da minha cidade, e ate ja nos tinhamos cruzado na rua e cafes. Rapaz de estatura normal, tipo beto, que nunca me levaria a querer que fosse gay. Neste ponto notei que ele tinha ficado assustado pela proximidade, pois as conversas tinham abrandado. Mas com o tempo la o consegui acalmar, e que podia confiar plenamente em mim, pois eu apenas procuro uma boa amizade e nada mais. Decidimos finalmente combinar um cafe. La nos encontramos, e conversamos sobre tudo menos sobre sexualidade e internet.

Notei algum nervosismo por parte dele, eu proprio estava um pouco nervoso, talvez o facto de ele ser mais novo do que eu me acalma-se mais. O tempo passava e começou a ficar tarde, paguei a conta, o que ele insistiu em pagar, mas eu não deixei e ofereci-lhe boleia ate casa, visto ele não ter carro. Aceitou um pouco a custo dizendo que morava bem perto, o que de facto era verdade.

Fizemos a viagem quase toda em silencio. Nessa noite ainda trocamos algumas mensagens, e combinamos nos encontrar 2dias depois. Com o tempo ele foi se soltando e torna-mo-nos amigos no mundo real tambem, sem nunca tocarmos em nada de cariz sexual. Num encontro acabamos por beber um pouco demais o que fez com que o sexo virasse topico de conversa. Decidimos ir dar uma volta de carro para conversar melhor sem sermos ouvidos. E assim foi. Estacionei num pinhal proximo e saimos, aproveitando para fumar. Eu disse que pudia falar avontade comigo, que eu era bisexual, mas queria acima de tudo uma boa amizade.

Ele acabou por desabafar: que sempre foi hetero, mas que sentia alguma curiosidade, que nunca tinha estado com homens, mas ja tinha visto videos na net e ate conversado com alguns gays e se masturbado a pensar em homens, mas que tinha muito receio de tudo. Eu disse que compreendia, que eu proprio ja tinha passado pelo mesmo. E atravez duma conversa bem compreensiva contei-lhe de mim e das minhas experiencias, do que eu gostava e essas coisas. E ele la me contou que gostava de exprimentar mamar e quem sabe um dia ate tentar ser penetrado, apesar de ter muito medo da dor e de doenças. Eu disse para ter calma, que pudia contar comigo pro que for preciso. E fomos embora. Nessa noite mandou-me uma sms a dizer que gostava de exprimentar mamar, e que se eu quisesse.

Eu respondi que sim, que pudiamos tentar, com muita calma e segurança. Na noite seguinte tomamos cafe e fomos "dar uma volta de carro". Ele sempre silencioso, e eu a meter conversa com ele. Estacionamos e convidei-o para fumar um cigarro no banco de traz. Descalsei-me e estiquei-me na minha ponta do banco e convidei-o a fazer o mesmo. Entao perguntei-lhe se queria mesmo, ele disse que sim mas que tinha algum receio... Disse-lhe para estar avontade e fazer apenas o que queria, que eu nada iria fazer, apenas me iria despir e estaria totalmente entregue a ele. E nisto dispo-me todo, ficando apenas de boxers, ja com alguma tesão. E estiquei-me no banco. Ele a principio apenas observou em silencio, lentamente la despiu a t-shirt, que ja estava molhada do nervosismo, e foi se xegando ate meio do banco. Olhou-me do cimo ao fundo, e eu observava apenas com os olhos meios fechados.

Esticou o braço, e lentamente foi chegando ate poisar no meu joelho, massajou lentamente e foi subindo ate chegar aos boxers. Eu estava cada vez mais exitado, a ponta do meu penis ja espreitava pelos boxers encostado a perna. E muito delicadamente tocou-me na cabeça com um dedo apenas, provocando-me um arrepio. Tentando acelerar o processo, tirei os boxers e voltei pa mesma posição. Ele voltou a tocar-lhe, e muito timidamente agarrou-o com a mão toda. Chegou-se mais perto, a lado comigo, e duma forma um pouco desajeitada comessou a bater-me uma punheta bem lenta. Acabei por gemer um "que boommm". Aumentou o ritmo, estiquei o braço e abracei seu pescoço. Ele foi baixando a cabeça, muito devagarinho, e sem parar o movimento de mão, tocou-lhe com a ponta da lingua, quase como que a sentir o seu sabor. Alisei o cabelo dele, e ele baixou ate abocanhar-me a cabeça.

Parou a punheta e iniciou um broxe muito timido. Abocanhando aos poucos e largando, umas leves lambidelas. Delicadamente peguei-lhe na mão e levei-a aos meus testiculos, ele percebeu e apalpou-me, sempre de leve. Ate estava a ser um broxe bem bom, mas um pouco seco, eu gosto de broxes bem salivados. Pedi-lhe educadamente que me molhasse mais com saliva, o que ele fez, besuntando-me a cabecinha toda. Agora sim estava maravilhoso, os movimentos dele estavam mais rapidos, o que indicava que ele se estava a sentir mais solto. Aproveitei para apalpar-lhe uma nadega sobre as calças, o que o assustou um pouco, pois estremeceu, mas continuou, e eu tambem. Apalpando bem suave, e largando gemidos de prazer. Passei o dedo pelo rego do cu, mesmo sobre a roupa e ele novamente estremeceu. Perguntei-lhe se queria que eu parasse, ele abanou a cabeça negativamente, sem tirar a boca do pau.

Perguntei se pudia apalpar por baixo da roupa, e nisto ele levanta ligeiramente o corpo e preparasse para desapertar o cinto. Eu interrompo-o dizendo e o fazia, desapertei-o e as calças e puxei com uma certa dificuldade tudo junto ate aos joelhos. Ele permanecia imovel, com a cabeça enfiada na boca sem se mover. Alisei-lhe novamente o cabelo e desci a minha mão ate ás suas nadegas lisinhas, massajando-as suavemente. Nisto ele volta a movimentar a boca no penis e eu avanço sobre o rego, quentinho com alguns pelos e um pouco humido. Alisei os pelos e muito delicadamente toquei-lhe no buraquinho. Ele soltou um som que não consegui compreender o que era, se medo, dor ou prazer. E sem fazer qualquer pressão mantive o dedo ali. Ele parou a mamada, deitando a cabeça no meu colo, talvez aguardado sugestões. Puxei-o para cima de mim. Ele devia estar a pensar que o ia penetrar e disse que estava com medo, eu apenas disse que ia brincar com o dedo um pouquito. Ele sentou-se nas minhas pernas, de frente para mim, e senti que o pau dele tocava no meu. Puxei-lhe a cabeça pro meu ombro e empinei-lhe um pouco o cu. Disse-lhe ao ouvido para relaxar e beijei-lhe o ouvido. Cuspi na mão e passei pelo cu.

Ele tremia! Rodei o dedo em redor e fui fazendo pressão, ele gemeu e agarrou-me com força. Meti apenas a ponta do dedo dentro e mantive-o la, era tão apertado que achei que nunca o iria comer. Tirei-o e meti mais saliva e voltei a penetrar. Meti ate meio e parei, e comecei um vai-e-vem com o dedo, ele tremia, agarrando-me com força e gemendo. Finalmente o cuzinho foi se dando e consegui la enfiar o dedo todo, comecei a notar que o pau dele entesava. Rodopiei o dedo dentro dele, pouco dava para me mover por ser tão apertado, meti mais saliva e fudi-o com o dedo, com movimentos mais rapidos. Ele arfava em meu pescoço. Tirei o dedo, e como ja estava com a boca seca pedi-lhe que cuspisse pa minha mão, o que ele fez meio que interrogando, passei-a toda no cu e voltei a pedir mais, e comecei a enfiar dois dedos, ele larga um grito junto com um pulo que fez com que o pau dele me batesse no estomago, pediu-me desculpa e voltou a posicionar-se. Voltei a tentar, devagarinho, muito devagar e la foram entrando.

Finalmente tinha dois dedos enterrados fundos no cu dele, era mesmo muito apertado, mas mantive-os la, e permanece-mos assim algum tempo. Lentamente o corpo foi se dando e senti que estava mais largo. Perguntei se queria exprimentar com o pau em vez dos dedos, ele pediu desculpa, mas hoje não, outro dia. Mas eu queria tanto que lhe pedi se pudia ao menos encostar apenas a cabeça na portinha. Apos um pequena espera disse que sim, desde que não metesse, que ficava para outro dia. Concordei. Puxei-o um pouco para traz pa conseguir por o preservativo, e agarrei-o pela anca com uma mão e com a outra peguei no penis e encostei-o mesmo na entrada. E disse-lhe que se quisesse ele pudia descer ao seu gosto, ele nada disse, permaneceu imovel. O seu pau babava, deduzi que estava a gostar, apesar do medo. Tentei o fazer descer, mas ele largou um "não" meio que abafado.

Eu disse "ok" e apalpei-lhe os mamilos, apertando os biquinhos com força, e quando vi que estava distraido, empurrei a cabeça com força. Largou um grito forte, cravando as unhas. Parei. Tentei enfiar mais, mas ele pedia para parar, e parecia que ia começar a chorar. Parei, ainda com a cabeça enterrada. Abracei-o e pedi-lhe desculpa, ele abraçou-se a mim e senti que chorava. Tirei o pau e deitamo-nos no banco agarrados. E ali agarrados e nus, bati uma punheta ate me vir dentro do preservativo. Tirei-o, e passei o dedo pelo resto de esporra que tinha ainda na ponta do penis e passei-lhe pelos labios, ele lambeu. Pediu-me desculpa por não ter conseguido dar e eu pedi desculpa por ter sido bruto. Abraça-mo-nos, vestimo-nos e fomos embora sem mais nada dizer

 

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