Quarta, 23 Outubro 2019

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confusão - Conto Erótico Gay
O que vou relatar aconteceu realmente comigo, apesar de parecer coisa de sonhos. À cerca de 7/8 meses atrás, na altura sem namorada e sem sexo à um mês, decidi me divertir um pouco pelos chats, afim de tentar aliviar a tensão sexual que me começava a atacar. Entre num chat, e simplesmente escrevi “rapaz, 24 anos, ker ser todo mamado”. Apesar da brusquidão obti varias respostas, mas pelos nicks vi ke eram gays, excepto uma. Seu nick era “Gentil”, e ela escreveu: -Tão directo, é algum tarado?!” Pedi desculpa pela forma como entrei no chat, e assim começou a conversa. Deu-lhe meu endereço do Messenger para podermos teclar mais à-vontade, e ela me adicionou. Descrevi-me duma forma sincera dizendo como sou e o que faxo ( alto, magro, olhos e cabelos escuros, 24 anos, estudante universitário de contabilidade e meu nome Jorge). E ela se descreveu sendo de estatura média, olhos e cabelos escuros também, 32 anos, desempregad apesar de ter curso de prof de educação física e seu nome era Cris. A típica conversa que se tem nos chats em busca de informações mutuas. E todos os dias à noite teclávamos durante 1/2 horas. Paxaram-se algumas semanas de conversa, em que pouco falávamos de sexo, apesar de aparentar que ambos pensávamos muito nixo. Certo dia decidimos ligar webcam para nos vermos, liguei a Web e ela dixe que era girinho, agradeci e pedi pa ela ligar dela. Kuand ela liga a dela, qual não é meu espanto que vejo que Ela é afinal um Ele. Kuase cai da cadeira. “-Mas que raio? Andas a gozar com a minha cara?” perguntei desligando logo a Web. Cris respondeu que pensava que eu soubesse que era homem. Mas eu não fazia a mínima ideia, tudo apontava para uma mulher. Desliguei computador chateado. O dia seguinte tinha farias mensagens a pedir desculpa o sucedido, que nunca teve intenção de me enganar. Que era gay e pensava que eu também era, pois akela sala do chat onde nos conhecemos era frequentada por bis e gays. Mas que apesar de todo podíamos continuar a ser amigos. A conversa foi diminuindo, eu não me sentia à-vontade com isto, mas a amizade ate que tava a ser boa. Fiquei a saber que Cris era diminutivo para Cristiano e não pa Crsitina como eu pensava. Ele me foi explicando como ele se deu conta da sua orientação sexual, das suas relações, e de todo o universo gay que eu desconhecia. Confessou que tal como eu se sentia muito carente de sexo, pois já à muito tempo que não tava com ninguém. E axim as nossas conversas foram se prolongando durante algumas semanas, ate certa noite já muito tarde ele me pergunta se ainda gostava de ser mamado. Eu respondi que sim, que tava a dar em doido sem actividade sexual. “-keres k eu te mame?” perguntou ele. A pergunta chocou-me, eu kuase não sabia que responder. Disse-lhe que nunca tive com homens e nem me sentia atraído por homens. “-mas tanto sexo anal como oral são exactamente iguais com homens ou mulheres, não vais sentir diferença apenas muito prazer.” Escreveu ele. “-Mas eu nunca sequer fiz anal!” confessei “-porque?” A resposta era simples, apesar da minha muita vontade, nunca nenhuma das minhas ex teve afim de anal. “-Eu tou afim, e vais adorar. Mamo-te todo depois comes meu cuzinho, vais te sentir no céu” dixe ele. Mas eu recosei, não me sentia à-vontade com ixo. Sou hetero e nunca senti nada por homens. Na noite seguinte ele continuo a insistir para eu experimentar, que eu iria adorar, e que isso não faria de gay. Que ele era totalmente paxivo e que fariams com absoluto sigilo, segurança e higiene. Novamente recusei. “E então se só te mamar?” perguntou, não respondi “ ao menos aceita tomar café comigo, um simples café não tem mal nenhum”. Como vivíamos em cidades vizinhas era simples, e axo que ele tem razão um simples café não tem mal nenhum. Apesar de receoso aceitei, e na semana seguinte nos encontramos num pequeno bar. Ele de facto era como se descrevera: olhos e cabelos escuros, um pouquito mais baixo que eu e um pouco mais forte. Cumprimentou-me como se me conhece-se á séculos, o que me deixou um pouco mais calmo. Conversamos sobre diversas coisas( como ia a vida, sobre musica, filmes, livros hobbies, etc.). De facto era uma pessoa muito simpática e divertida em pessoa como era no Messenger. As horas iam paxando entre muita conversa e copos, e já tava a ficar tarde. “-Bem, axo que ta na minha hora de despedir e ir para casa” dixe eu “-ok entam. Adorei te conhecer pessoalmente, apesar de notar que não te sentes 100% à-vontade.” Admiti k ele tinha razão, ele levou duma forma divertida. Pagamos a conta a metade e dirigimo-nos para o parque de estacionamento. “-Que me dizes irmos dar um passeio rápido de carro?” perguntou ele “-Onde? E fazer? –bem aqui perto, a 2minutos de distancia, confia em mim” Nisto percebi o que ele queria realmente, keria avançar e transar comigo. Tava receoso, com um pé atrás, mas ele insistia. Talvez já tocado um pouco pela bebida ou ate pela adrenalina pelo desconhecido, kem sabe, aceitei. Entramos no carro dele, e andamos cerca de 2/3 minutos como ele dixe, ate um sitio isolado numa mata. Parou o carro e dixe: “- Sabes porque quis vir ate aki? –Imagino. –Se aceitas-te vir é porque tas afim!” Na verdade sentia um pouco de curiosidade mas muito muito nervosismo. Permaneci em silencio. “-Não te preocupes, ninguém vai saber. E basta dizeres e paramos, só fazemos o que tu kiseres. –Hoje não, pa próxima. –Porque? Faxote apenas uma mamada, e se gostares avançamos pa anal. Tudo muito hetero, sem beijo e sem carícias muito intimas. Que achas? Ok?” eu nada dixe, e ele perguntou de novo “-ok?” O nervosismo era tanto que apenas acenei afirmativamente com a cabexa. Convidou-me baixinho pa irmos po banco detrás. Sentei-me na pontinha, direito e enclino cabeça para trás olhando pra cima. Pelo canto do olho vejo Cris a debruçar-se sobre meu colo, sinto suas mãos a desapertarem-me as calças lentamente e a puxalas pra baixo com alguma dificuldade devido a eu tar sentado, logo a seguir os meus boxers. Nem sabia direito o que se tava a passar, um homem a preparar-se pa me fazer um broxe, será que é bom? Será que isso faz de mim gay? Os nervos eram tantos que dificultavam a erecção, transpirando. Ele sem nunca dizer nada começa a acariciar e a esticar meu pénis com os dedos, a soprar-lhe na cabecinha. inclina-se e abocanha meu pénis todo duma so vez e depois solta. Liberta um leve “mmmm…” o que me deixou um pouco confuso. Abocanho de novo, meu pénis ainda murcho todo dentro de sua boca, manteve axim durante alguns segundos. Senti o calor em meu pau, era bom. Depois começou a mexer sua língua. Tava a saber muito bem, muito bom mesmo. Meu pénis começava a entesar, sendo-lhe difícil manterlo todo na boca. “-já ta a melhorar fofo” dixe ele, e continuo a mamada. Fazendo um bem salivado vaivém. Enquanto mamava ia me acariciando os testículos ou paxando a mão sobre meu peito debaixo da t-shirt. Eu apenas olhava prá cima, com medo de que se olha-se prara baixo e visse um homem me mamando, perdexe todo o prazer que tava a ter. e imaginava ke era uma mulher que me dava tando prazer. Tentava fortemente não gemer, mas por vezes lá me escapavam alguns gemidos. Cris parecia tar a adorar pelos sons que emitia e pela forma como fazia. Apertava forte com lábios em meu pau, por vezes rosava seus dentes nele numa forma tão excitante que ate arrepiava. Eu com o calor do carro e os nervos transpirava com a respiração cada vez mais pesada, sentia o movimento a aumentar, mais rápido e mais forte. Não demorou muito para me ejacular dentro de sua boca, apanhando-o um pouco de surpresa. Enxendolhe a boca toda de leite, ate sair um pouco pelo canto da boca. Engoliu todo, todinho, como nunca nenhuma namorada mim fez. Continuo a mamar meu pau ate ficar kuase todo limpo, e começar a amolecer. “-Maroto, podias ter avisado k te tavas a vir” dixe ele ainda limpando os cantos da boca “-Avançamos, repetimos ou paramos fofo? –Paramos, desculpa” respondi baixinho duma forma muito tímida. “- não tem mal. Pa próxima avançamos, se kiseres, é claro! Podes ate não admitir, mas eu sei que adoras-te”. Sentou-se direito do meu lado, puxou do maço de cigarro, ofereceu-me um e fumamos em silencio. “- Vamos?” perguntou no fim do cigarro “-Sim E vais assim fofo?” talvez de tanto nervosismo tinha me esquecido de puxar as calças pra cima. Meu pénis já murcho tinha libertado mais algum sémen k tinha colado a minha perna, puxei á pressa roupa pa cima e apertei os botões. Paxamos po banco da frente e levou-me de volta ate meu carro, fazendo a curta viagem em silencio. Despedimo-nos como apenas dois amigos, com um aperto de mão e fomos embora. Quando xeguei a casa tomei banho, comi qualquer coisa e fui um pouquinho ate á net, apesar de ser já muito tarde. Cris também tava online, teclamos então durante alguns segundos. Ele disse-me k tinha adorado todo em mim, pena eu não ser gay porque senão pedia-me em namoro. K adorava poder voltar a atr comigo se fosse possível. Eu admiti-lhe que ate foi bom mas não sabia se iria volta a fazer algo do género. Ainda me pediu pa ligar a Web a me ver mais um pouco, recusei. Despedi-me e foi dormir. Depois disso já se paxaram 2 meses, nunca mais repeti nada, apesar se confexar que foi o melhor broxe da minha vida. Continuo a achar-me hetero, mas será que sou? Eu e Cris continuamos a teclar no Messenger. Quase todos os dias convida-me pra tomar café, mas eu sei o que ele quer realmente. Eu tenho tentado fugir sempre ao assunto, e recusado de diversas maneiras, apesar da enorme curiosidade que tenho de penetrar um ânus. Continuo a preferir mulheres e não sinto qualquer atracção por homens, mas reconheço que foi maravilhoso. Confesso que não sei que fazer.
 

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